Na sua primeira exposição individual em Portugal, Frida Orupabo revisita o vasto arquivo de imagens que tem vindo a reunir
Na sua primeira exposição individual em Portugal, Frida Orupabo revisita o vasto arquivo de imagens que tem vindo a reunir na sua conta de Instagram, material composto por tensões entre intimidade e violência, e instaura um espaço crítico e emocional.
A exposição inspira-se no fluxo digital e enfatiza o «abismo» das imagens — a sua estranheza, a sua reverberação dispersa.
Em diálogo com a arquitetura do MAC/CCB, a exposição desenha um percurso linear de oito momentos, ecoando o deslizamento contínuo entre ecrãs que caracteriza a nossa experiência digital.
O título evoca a nuvem digital onde armazenamos imagens e dados, e também a névoa de informação, memória e esquecimento que aquela produz.