A grande da ópera está de volta, na sua sétima edição, em Oeiras e Lisboa, sob a égide do “enigma”, celebrando o centenário da ópera inacabada de Puccini, Turandot, e a criação operática contemporânea nacional!
A grande da ópera está de volta, na sua sétima edição de 5 de Agosto a 11 de Setembro em Oeiras e Lisboa, sob a égide do “enigma”, celebrando o centenário da ópera inacabada de Puccini, Turandot, e a criação operática contemporânea nacional!
O festival nascido na pandemia, liderado pela soprano Catarina Molder e produzido pela Ópera do Castelo, está de volta na sua 7ª edição, de 5 de Agosto a 11 de Setembro entre Oeiras e Lisboa, sob a égide do “enigma”, com grandes clássicos, estreias absolutas, novos formatos, o concurso de ópera contemporânea Maratona ópera XXI, mas ainda o ciclo que cruza ópera e cinema: Cine-ópera, Conferências, Masterclasses e workshops.
Uma programação que pretende ser estimulante, conjugando tradição e vanguarda, para chegar sempre a novos públicos, propondo uma maior diversidade e novos caminhos para a ópera.
Arranca em Oeiras, no cenário único do Convento da Cartuxa, em Caxias com Turandot, a última ópera de Giacomo Puccini e uma das mais grandiosas óperas de sempre, celebrando o seu centenário numa produção original do Hessisches Theater de Wiesbaden com a encenação de Daniela Kerck, sob a batuta de Osvaldo Ferreira e um grande elenco, e ainda As Bodas de Fígaro de Mozart com encenação Mónica Garnel e a direcção musical de Pedro Carneiro.
De volta à capital lisboeta, é a vez da estreia absoluta das performances Anátema, juntando Catarina Molder e a bailarina e coreógrafa Tânia Carvalho, celebrando Camilo Castelo Branco e Enigma, névoa e nada com Gustavo Sumpta.
Cine-ópera na Cinemateca Portuguesa, conferências em torno do programa desta edição no Âmbito Cultural do El Corte Inglés.
A fechar este Operafest, a estreia absoluta de duas óperas: Vida secreta de coisa de Francisco Lima de Silva e Último Andamento de Pedro Finisterra, encenadas por Rita Calçada Bastos e direcção musical de Diogo Costa, no Teatro Camões, marcando a 5ª edição do concurso de ópera contemporânea – Maratona Ópera XXI.