A Orquestra Metropolitana de Lisboa (OML) apresenta a 9 de novembro, no Teatro Tivoli BBVA, a Quinta Sinfonia de Schubert.
Datada de 1816, esta partitura combina a jovialidade de um músico de 19 anos de idade com a maturidade precoce de um dos maiores compositores de sempre.
É música serena, que não se precipita em efeitos aparatosos e confia num registo moldado na herança dos clássicos.
Essa preocupação nota-se particularmente no terceiro andamento, tão grandes são as afinidades com o Minueto da Sinfonia N.º 40 de Mozart.
É, precisamente, com música de Mozart que tem início este concerto.
O moteto Exsultate, jubilate foi composto para um dos castrati mais virtuosos da época, Venanzio Rauzzini.
Ouvimos agora a soprano Ana Rosa, vencedora do 13.º Concurso de Canto Lírico da Fundação Rotária Portuguesa.
Pelo meio, o maestro e compositor inglês Krišs Russman estreia, à frente da OML, a sua criação mais recente.