ANO 2200, uma visão poética e apocalíptica da Humanidade que convida a uma reflexão sobre a Liberdade e a sua perda.
Um planeta repleto de cápsulas de oxigénio que mantêm os seres-humanos vivos, fechados nos seus pequenos apartamentos como peixes num aquário. Uma alegoria ao impacto político-social de um sistema autoritário num mundo em que o lockdown se normalizou, a militarização do Estado, o fim da vida cultural, a destruição de todo o habitat natural, a ausência de liberdade de expressão e de movimentos, extrapolado ao ponto do ser-humano ficar incapacitado de ver, ouvir, sentir olfacto, paladar e de perder a voz.
A encenação idealiza a fusão de diferentes técnicas visuais e teatrais. Um espectáculo de sombras com projeções de videoarte e uma banda sonora original, criado a partir da linguagem do teatro físico e do teatro de objectos.
Texto, Direção Artística e Interpretação: Maria de Vasconcelos;
Apoio à Encenação: Pere Borrell;
Banda Sonora: Fernando Mota;
VídeoArte e Design gráfico: Teresa Colaço
espaço Escola de Mulheres
Sala de Teatro do Clube Estefânia
11 de novembro 2026 – 21h