Balas e Purpurinas – 70 anos da Eurovisão parte de uma ideia simples: entre os muitos palcos que marcam a Europa – do desporto à música – há um que, desde 1956, ajuda a decifrar, mudar, provocar e alimentar o continente: o palco da Eurovisão.
Frequentemente visto como um grande espetáculo de entretenimento e um abraço entre povos e culturas, o concurso é também espaço de polémicas, leituras políticas e debates que ultrapassam a música.
Em cena nos dias 3 e 4 de março, no Teatro Variedades, o espetáculo, com autoria e encenação de Henrique Feist e direção musical de Nuno Feist, revisita vitórias marcadas por contextos específicos e momentos em que apenas a melodia parecia importar.
Entre canções e episódios emblemáticos, propõe uma reflexão crítica e afetiva sobre um palco que continua a espelhar tensões e esperanças do nosso tempo.