Orquestra Metropolitana de Lisboa | Uma celebração de Robert Schumann, um dos compositores e críticos musicais mais importantes do século XIX.
Robert Schumann compôs quatro sinfonias.
A segunda e a terceira foram as que mais dúvidas levantaram junto dos críticos da época, em parte por terem sido criadas num período em que a resiliência mental do músico era inconstante.
Apontavam-se limitações em matéria de orquestração, para lá de inconsistências formais. Porém, o distanciamento histórico tratou de superar tais reservas.
Schumann libertava-se das amarras do classicismo e incendiava a imaginação com sugestões extramusicais.
A Sinfonia N.º 1 invoca a natureza, em particular a exuberância e o florescimento da chegada da primavera.
Originalmente intitulada Fantasia Sinfónica, a N.º 4 mergulha no subjetivismo romântico; sobrepõe emoções intensas, a angústia e a ironia, o mistério da noite e memórias de infância.
Na N.º 2 vislumbram-se dilemas íntimos, mas também superação e triunfo.
Por fim, a N.º 3 resulta num belíssimo poema musical inspirado na cultura das gentes do rio Reno.
Programa
• 3 julho - R. Schumann Sinfonia N.º 1, Primavera; Sinfonia N.º 4
• 4 julho - R. Schumann Sinfonia N.º 2; Sinfonia N.º 3, Renana